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Valência, a cidade do sol e da diversão!

2018-07-27
Viagens Sapo
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Se tivéssemos que resumir Valência em duas palavras seriam solarenga e divertida. De todas as vezes que visitámos a cidade foi assim que ela se apresentou a nós.

Se procuram um destino para escapar à monotonia do dia-a-dia, sem stress e sem confusões, esta é a cidade ideal.

Por muito que adoremos viagens culturais e aquela sensação de deslumbramento a cada novo monumento descoberto, há alturas em que só queremos mesmo fazer uma escapadinha para quebrar a rotina, sem horários, sem stress e sem sujeitarmos os nossos pézinhos a caminhadas loucas das 8 da manhã às 8 da noite. É aqui que entra Valência. Uma cidade que nos mantém entretidos a ritmo lento. Um centro histórico agradável, uma pitada de modernidade, quilómetros de praias, boa comida, boa bebida e muita diversão. Junta-se a isto 300 dias de sol por ano e uma temperatura média anual de 19ºC e não há como falhar. É isto que procuram? Então continuem connosco.

O que comer:

A famosa paelha valenciana, claro está! A versão original é feita com carne de frango e coelho, caracóis, feijão-verde e açafrão, mas facilmente encontrarão paelhas mistas, com peixe e marisco. Na terra da paelha, como seria de esperar, o que não falta são restaurantes onde servem esta iguaria, mas o mais tradicional é o La Pepica, aberto desde 1898. Nas paredes encontrará fotografias de grandes individualidades que já lá foram provar a famosa paelha e até Ernest Hemingway mencionou o restaurante no seu livro “O Verão Perigoso”. O único senão é o facto de estar sempre lotado.

Para acompanhar o prato típico, nada melhor do que a bebida da cidade, a Água de Valencia, que de água tem muito pouco, que é como quem diz, nada. Trata-se na verdade de uma espécie de sangria feita com cava, sumo de laranja, vodka e gin.

Ao passear pela cidade vai, com certeza, deparar-se com outra bebida típica que não pode deixar de provar, a orchata. É uma bebida não alcoólica, de origem vegetal, produzida a partir de um tubérculo, a chufa. O seu aspeto é leitoso e o sabor ligeiramente semelhante ao leite de amêndoa. Para saborear a orchata como um verdadeiro valenciano deve bebê-la fria, acompanhada por fartons, um bolo tradicional, demolhados na bebida. A Horchateria de Santa Catalina é uma das mais antigas e conceituadas.

Para terminar, não deixem de experimentar os mercados da cidade, o Mercado Central e o Mercado Colón.

O que fazer:

Percorrer o centro histórico, relativamente pequeno e fácil de explorar a pé, é algo que vos dará uma ideia sobre a história e cultura da cidade. Nesse percurso encontrarão alguns dos edifícios mais bonitos, como é o caso da Lonja de La Seda, um antigo mercado de seda, o Palacio del Marqués de dos Aguas, as Torres de Quart e Torres de Serranos, antigas portas da cidade e a catedral de Valência. Se sobrarem pernas, aconselhamos a subida dos 207 degraus que levam ao topo do Miguelete, o campanário da catedral. Lá em cima terão vistas de 360º sobre o centro histórico.

Explorado o centro histórico, mudemos completamente de cenário e vamos até à Valência ‘futurista’, à Cidade das Artes e Ciências, concebida pelo arquiteto e engenheiro espanhol Santiago Calatrava. É considerado o maior complexo lúdico-cultural da Europa e alberga diversos edifícios, nomeadamente, o Museu das Ciências Príncipe Felipe, o Palácio das Artes Rainha Sofia, casa de ópera e centro cultural, o Oceanográfico, o maior aquário da Europa e L'Umbracle, um passeio com plantas e esculturas de artistas contemporâneos. Este último merece também uma visita em noites de fim-de-semana, em que se transforma numa bonita e animada discoteca ao ar livre.

O Jardim do Turia, onde se insere a Cidade das Artes e Ciências, é um magnífico parque construído no antigo leito do rio Turia, desviado do seu curso em 1957, após grandes inundações. São quase nove quilómetros de jardins, pontes, lagos e parques infantis, que vale a pena apreciar.

Não esquecer ainda os mercados da cidade, já aqui referidos, que valem bem a visita, seja para uma degustação ou simplesmente para apreciar a arquitetura.

Para o fim deixamos a visita menos exigente de todas, as praias, às quais se pode chegar facilmente de autocarro ou elétrico, a partir do centro da cidade. Arenas e Malvarrosa são as duas praias urbanas, onde poderão apanhar banhos de sol e mergulhar no mar Mediterrâneo. Ao longo das praias, estende-se o Passeio Marítimo, repleto de convidativas esplanadas para um final de dia em beleza.

Quanto tempo ficar:

Dois dias são suficientes para conhecer a cidade, contudo, se pretenderem aproveitar as praias, recomendamos que prolonguem a estadia. Qualquer altura é boa para uma visita, mas os meses de verão permitem tirar o máximo proveito das praias. Se querem viver algo completamente diferente vão de 15 a 19 de março, durante a festa de Las Fallas, a principal festa de Valência e uma das mais importantes de Espanha. Para terem uma ideia melhor, digamos que Las Fallas estão para Valência como o Carnaval para o Rio de Janeiro.

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